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Governança

Entenda como funciona a segurança da informação em cloud

Você sabe como funciona a segurança da informação em cloud? Será que essa tecnologia é segura? Como ela funciona? As respostas estão aqui!

Equipe Siteware7 min de leitura

Entenda como funciona a segurança da informação em cloud

É possível que você tenha ouvido falar em segurança da informação em cloud. Mas você sabe como funciona? A importância dela? Como funcionam as políticas de segurança? Ou se é realmente seguro?

Em um relatório apontadoabre em nova aba pela Kaspersky, dados apontam que os ataques de hackers em empresas brasileiras cresceram 41% de janeiro a abril de 2022 e por isso, garantir que a sua organização esteja atenta quanto a segurança da informação em cloud será fundamental para o bem-estar da sua empresa.

No artigo de hoje, iremos explicar o que é a segurança dos dados em nuvem, ou cloud security, como também é conhecida. Então, continue a leitura e não perca nenhuma informação sobre essa importante inovação corporativa.

O que é informação segurança da informação em cloud?

A segurança da informação em cloud é o pacote completo de tecnologia, protocolos e melhores práticas que protegem os ambientes de computação. Ela tem o intuito de possibilitar a recuperação de dados no caso de perda, além de proteger o armazenamento e as redes contra roubo malicioso de dados.

Além disso, esse conjunto de serviços também ajuda a determinar se houve erro humano ou negligência no vazamento de dados. Dessa forma, ajuda a reduzir o impacto de qualquer comprometimento de dados ou sistemas, identificando rapidamente a causa raizabre em nova aba dos problemas e focando na solução.

Ela é composta, em sua base, por cinco categorias:

Todas essas categorias relacionadas com a segurança da informação na nuvem devem garantir a proteção das seguintes áreas:

  • Redes físicas: roteadores, energia elétrica, cabeamento, controles de climatização, etc.;
  • Discos rígidos;
  • Servidores de dados: hardware e software de computação de rede essencial;
  • Estruturas de virtualização de computador: software de máquina virtual, máquinas de host e máquinas de convidados;
  • Sistemas operacionais (OS): software que oferece suporte para todas as funções do computador;
  • Middleware: gestão de interface de programação de aplicativos (API);
  • Ambientes de tempo de execução: execução e manutenção de um programa em operação;
  • Dados: todas as informações armazenadas, modificadas e acessadas;
  • Aplicativos: serviços de software tradicionais (e-mail, software tributário, conjuntos de produtividade etc.);
  • Hardware de usuário final: computadores, dispositivos móveis, dispositivos da Internet das Coisasabre em nova aba.

Para melhor entendermos como é realizado o gerenciamento da segurança da informação em cloud, conheça os detalhes de cada um dos cinco pilares abaixo.

Leia também: Segurança na nuvem: melhores práticas e como implementá-lasabre em nova aba

#01 Segurança de dados

Esse pilar tem como objetivo garantir a prevenção de ameaças. Isso porque dentre as ferramentas disponíveis, vale citar principalmente a criptografia, ferramenta que codifica os seus dados para que só possam ser lidos por alguém que tenha a chave de criptografia.

Caso ocorra que os dados sejam entregues para a pessoa errada, as informações são entregues embaralhadas e sem sentido. Dessa forma, caso uma invasão hacker aconteça, é possível impedir o usuário malicioso de acessar informações sigilosas.

No entanto, esse é apenas um dos vários gatilhos disponíveis quando falamos em segurança de dados, seja em data center ou em outros ambientes de nuvem.

#02 Gerenciamento de identidade e acesso aos serviços na nuvem

O segundo pilar está relacionado aos meios de acessibilidade oferecidos às contas de usuário. Isso porque os controles de acesso são essenciais para impedir que usuários acessem e comprometam dados e sistemas confidenciais.

Dessa forma, é possível liberar para parte da empresa o acesso a dados que fazem sentido que sejam acessados, enquanto a outros dados, os sigilosos, sejam acessados apenas por quem deve, por meio da Gestão de Identidade Digital ou IAM.

#03 Governança

O pilar da governança se concentra em políticas para prevenção, detecção e mitigação de ameaças. Elas são usadas principalmente em ambientes organizacionais, mas as regras para uso seguro e resposta a ameaças podem ser úteis para qualquer usuário.

Afinal, é muito mais prático e econômico impedir que erros aconteçam com antecedência, do que criar planos de açãoabre em nova aba após o problema ser cometido. Principalmente quando falamos em segurança da informação em cloud, em períodos de LGPDabre em nova aba, na qual multas pesadas podem recair cada vez que falhas na segurança aconteçam, é fundamental que o assunto sobre segurança seja levado a sério.

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#04 Retenção de dados e planejamento de continuidade de negócios

O quarto pilar da segurança da informação em cloud envolve medidas de recuperação de desastres no caso de perda de dados. Assim, estruturas para testar a validade de backups e instruções de recuperação detalhadas para funcionários são importantes para um plano de BC completo.

Em situações como um ataque de ransomware, na qual há um “sequestro de dados”, a empresa precisará desse planejamento de backups para evitar pagar grandes quantias a hackers, para que eles possam liberar o acesso após as invasões. Além, é claro, de expor a empresa, ao dar acesso a informações confidenciais a cyber criminosos.

#05 Compliance jurídico e segurança na nuvem

O quinto e último pilar é sobre complianceabre em nova aba, que está diretamente relacionado à proteção da privacidade do usuário conforme definido pelos órgãos legislativos ou também normas exclusivas dentro das empresas. Dessa forma, as organizações devem seguir as regulações para cumprir essas políticas de segurança.

Além disso, é importante destacar que tanto a pessoa jurídica (no caso a própria empresa) como os colaboradores devem se comportar dentro das regras reguladas.

Como o provedor mantém a confidencialidade das informações?

A confidencialidade tem a ver com a privacidade dos dados da empresa e com as medidas que assegurem o sigilo das informações nos sistemas organizacionais.

Como citado anteriormente, a criptografia é a ferramenta mais usada para garantir a segurança dos dados. Ela funciona como uma espécie de “embaralhador” de informações, o que garante que a única pessoa que terá acesso ao dado completo é o destinatário que possui o acesso autorizado.

Também é fundamental que o provedor de nuvem ofereça um registro detalhado de auditoria. Assim, é possível saber quem acessou os dados, o que fez, quando realizou a ação e a partir de qual equipamento ou dispositivo.

A perda desses dados pode gerar prejuízos financeiros e até gerar processos contra a organização.

Leia também: Indicadores de segurança da informação: 8 dicas para acompanhar seus processos de segurança e manter seus dados protegidosabre em nova aba

É seguro transferir a segurança de dados a quem utiliza armazenamento em nuvem?

Se essa é a sua preocupação relacionada com a segurança da informação em cloud, saiba que é possível tornar a transferência de dados mais segura. Um dos passos é o diagnóstico no ambiente de TI, que apesar de ser um processo simples, requer cuidados da equipe.

Isso porque a menor das falhas nesse setor pode acarretar diversos problemas. Para contornar a situação, analise a saúde e a performance do seu ambiente atual antes de partir para a migração.

Próximos passos

Durante o planejamento, o volume de dados a ser migrado deve ser analisado. Essa etapa será definidora do tamanho da alocação a ser utilizada. E essa etapa, assim como toda a transferência dos dados pode ter mais segurança e efetividade se planejada e organizada. E isso é possível com a ajuda do Stratwsabre em nova aba.

Esse software de gestão corporativa robusto e intuitivo pode oferecer a sua empresa:

  • Criar e acompanhar KPIs de processos, projetos e pessoas;
  • Compartilhar informações com agilidade e transparência;
  • Usar a meritocraciaabre em nova aba e a gestão à vistaabre em nova aba para motivar e gerenciar equipes;
  • Empregar as principais metodologias de planejamento estratégico como BSC, OKR e SWOT;
  • Integrar pessoas, operação e estratégia;
  • Facilitar a troca de informação e a comunicação entre departamentos.

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